Dia 20 e 21 (26/27 AGOSTO 08)

Bangkok or The Ultimate Sweat Worship:




















Em edição póstuma, no conforto fresco do nosso apartamento em Santos Pousada e vestidos a rigor (um casaco sobre a t-shirt), aqui vão as imagens e um breve relato dos últimos 2 dias em Bangkok.
Em Portugal fomos recebidos com notícias que relatavam um "golpe de estado", motins populares e outras coisas terríveis como terramotos, maremotos ou arrotos na Tailândia. Tudo passou por nós sem qualquer evidência, mas saber que 2 dias depois de embarcar em Phuket o aeroporto "foi encerrado quando milhares de manifestantes cortaram os acessos (e que) mais de 15 mil passageiros estão retidos na ilha turística de Phuket" confere ao passeio uma imagem de risco que nunca foi notada e difícil de entender no meio de tantos sorrisos.

Instalados em Sukhumvit, um bairro novo da capital, após uma curta viagem de avião de Phuket, estes últimos dias de Bangkok foram direccionados para o que faltava dos primeiros: a orgia consumista elevada à exponencia infinita de Siam, Silom ou Sukhumvit e da imponência religiosa e monarquica de Ko Ratanakosin ou Phra Nakhon.
A Guest House que nos deu guarida foi a Suk11, um hospedaria de Backpackers com quartos impecavelmente limpos, pessoal hospitaleiro e a dois passos da estação de Nana do Skytrain.
O Skytrain (um metro nas alturas) punha-nos em poucos minutos nos modernos bairros de Siam e Silom e, melhor, colocava-nos junto ao rio onde os barcos-táxi nos levavam aos bairros centrais da cidade.
No interior do Skytrain o ar-condicionada aproximava a temperatura ambiente dos 0 graus, provocando um choque térmico com o exterior capaz de congelar e descongelar com a eficácia de um bom frigorífico e micro-ondas.
Os barcos-táxi proporcionavam uma agradável visão dos riversides da cidade por entre águas turbulentas (causadas, talvez, pelas monções) e repletas de uma flora que ainda não sabemos se autóctone ou trazida, de montante, pela correnteza do rio.
No centro da cidade tivemos a felicidade de encontrar um meio de transporte gratuito posto à disposição da miudagem Thai: a bicicleta. Num programa que se dava pelo nome de GreenBangkok (e, incrivelmente, ao que nos pareceu, ainda não descoberto pela turistada) que nos proporcionou um arriscado circuito de 7 km por entre buzinadelas, rotundas de 5 vias e a pedalar pela esquerda até descobrir que o circuito era percorrido na segurança de umas vias bem delimitadas nos passeios. Enfim, no pico do calor, sob um sol intenso o João expeliu e ingeriu 3 garrafões de água e a Marta, porque não transpira, acabou como que um vulcão prestes a explodir.
O programa foi mais uma vez abençoado pelo abrigo de uma tempestade de arrepiar os ossos num templo (ver o Dia 5) mas desta vez, porque não fazemos a coisa por menos, na capela mais famosa do país, o Phra Kaew, no Grand Palace, casa do venerável Buda de Esmeralda. A tempestade foi tão forte que derrubou tabuletas e arrancou fragmentos do templo, alguns dos quais por nós contrabandeados para Portugal para tentar, aqui, propagandear a fé no Buda.

Em relação à comida, vamos, a título de curiosidade, indicar as 4 principais refeições destes dois dias:
1º Almoço no MacDonalds de Sukhumvit (ver imagem) - 2 estrelas;
1º Jantar num Japonês/Tailandês com passadeiras rolantes (ver imagens) - 5 estrelas;
2º Almoço num restaurante Thai popular de Banglamphu - 5 estrelas;
2º Jantar num restaurante Thai chique junto ao Suk11 (última imagem) - João: 5 estrelas, Marta 3 Estrelas (por causa da citronela);

E agora as imagens, são muitas, por isso, respirem fundo ou vão tomar um café enquanto os Mbps são assimilados pelo computador:











7-eleven, o nosso melhor amigo:















Pequeno almoço no Suk11:


Suk11, átrio e 2 vistas da nossa varanda:





Como somos amigos, mais umas do Suk11 (até ao homem dos ovos):












A adornar o gigante Buda Reclinado (em passagem para o Nirvana) encontramos, por mero acaso, estas imagens que representam antigas encarnações da Marta e do João:



Para dar escala:







O Buda também sofre com a epicondilite:
















Para entrar no Grande Palácio a Marta teve de vestir uma camisa da Alta Costura tailandesa para não se envergonhar perante o séquito real:





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