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16 – Singapura > Vagão cama até Seremban (22 de Agosto)

(Estes últimos postes, do 9º para cá, foram colocados em catadupa de uma só vez, hoje, 24 de Agosto, Malásia, Port Dickson, no Selesa Resort. Para seguir a ordem cronológica das imagens e do texto, ou isto não fosse um blogue, é melhor começar no poste 9 e começar a subir até aqui. Acabámos, agora mesmo, um jantar de celebração do início do Ramadão – Hellas pour Alá)

Este dia em Singapura começou com um pequeno almoço no 41º andar com a marina olhada de cima em pano de fundo. Depois, visitámos com o António (um informático que já acumulou mais milhas aéreas no último mês que as nossas todas somadas), o terraço exterior do 43º, as piscinas e ginásio do 8º e etc. Quando saímos do complexo tínhamos à nossa espera a Gena (uma terapeuta ocupacional que trata dos ossos de borracha dos chineses e não nos deixava pagar o que quer que fosse – parecia a Mãe Natália). Passámos no hospital onde a Gena trabalha: parece um centro comercial, onde se entra por baixo da terra e tem lojas ao longo do corredor (e não cheira a éter – tresanda a comida!!). Saímos do hospital para comer uma sopa de porco que sabia ao molho do leitão à bairrada. O mestre cozinheiro teve a amabilidade de pousar connosco para um instantâneo que ficará para a história. Com o pandulho cheio visitámos a Little India. Mais tarde, com a fome a voltar, fomos para os centros comerciais comer donuts. Quando chegámos a casa foi preparado um repasto à moda dinamarquesa para garantir uma viagem nocturna tranquila de comboio (muito embora este comboio atemorizasse um domador de cavalos experiente, que o diga a MS que não pregou olho com tantos solavancos) até Seremban, na Malásia.
A despedida dos amigos portugueses, essa, foi feita com lágrimas :)






























15 – Melaka > Singapura (Aniversário do SM)

Do Cambodja para Melaka e de Melaka para Singapura.
A escalada foi brutal. Não apenas porque o abrigo se situava no andar 41 de um complexo (condomínio) de habitações com 70 andares. O edifício está por direito próprio no Top Ten dos arranha-céus habitacionais mais altos do mundo! Tem tudo e mais alguma coisa mas a melhor coisa que lá encontrámos foi o casal português António e Gena que arriscou, sem hesitação, a guarida aos amigos dos amigos do amigo com toda a alegria e boa disposição. Eles foram fantásticos na disponibilidade e amabilidade. Cá mandamos mais um gigante obrigado.
Singapura é uma cidade muito particular. Deve ser neste momento o símbolo máximo do poder consumista do capital mas com um toque Orwelliano que proíbe, por exemplo, as pastilhas elásticas, para não manchar o chão. As regras são muitas e as penalizações pesadas, podem, inclusivamente ser umas vergastadas (em que o infractor escolhe o tipo do chicote!). Não se vê uma papelito no chão e as casas (arranha-céus) são modernos e arranjados. Lojas não faltam. Como é muito quente e húmida (está a poucos quilómetros do equador) construíram uma autentica cidade arrefecida a ar-condicionado no subsolo com ligações directas para os prédios, centros comerciais, hospitais ou metro.
Muito fixe!