Em relação às imagens de baixo, representam o grande Angkor Wat e várias ruínas de Angkor Town como o Templo das Mil Cabeças, o Muro dos Elefantes Tolitos, a Esplanada do Palácio Curioso, as Torres de Bababá Sei Lá ou pequeno Coração Endiabrado no Seio do Matagal.
As últimas imagens mostram um dos leais amigos que fizemos no Cambodja: o macaco Diamantino, ciclista de profissão e amante da natureza. Já aceitou o convite da MS para o Facebook.
Depois disto não temos mais imagens do Cambodja porque nos metemos numa enorme confusão com os tipos do hotel. Tivemos uma experiência que poucos se podem gabar: um interrogatório completo num posto da polícia cambojana :) Tudo começou no primeiro dia com os gajos do hotel, um bando de Bruce Lees em miniatura vestidos de preto e com as meias brancas, após um telefonema para a recepção a perguntar se o hotel não dispunha de service-room e a solicitar uma limpeza ao chão (que acumulava alguns centímetros de pó nos cantos). Isto desencadeou uma catadupa de ofensas com um tipo a entrar aos gritos pelo nosso quarto a dentro. Depois, lá está, puseram-nos de ponta, e foi sempre a chatear até ao último dia. O nosso erro foi não ter feito o check-out no exacto momento em que o tipo entrou no quarto. No último dia, roubaram-nos duas t-shirts (Adolfo Domingues hehe) no serviço de lavandaria. Quando tentámos sair do hotel para chamar a polícia eles impediram-nos, à força, de sair das instalações e eles mesmo chamaram a polícia. Devem ter contado uma tal história à polícia que nós é que ficámos no lugar dos maus. Depois de tudo explicado e mesmo tendo os oficiais entendido a nossa posição, tivemos que pagar todas as despesas do hotel, ao abrigo das leis no Cambodja, e, sorrateiramente, fugir para o Hotel onde o Pedro, Manel e Tita tinham ficado no ano passado, o Green Villa (?). Tudo está bem quando acaba bem. Desta vez acabou bem mas sem duas t-shirts e umas horas perdidas (ou ganhas - o futuro dirá).












































