1a Parte
(6:30) Telefonema da recepção para acordar (7:00) Pequeno almoco: 2 ovos estrelados, cafe, leite e tostas (7:30) Tranfer para o aeroporto (8:00) 2o pequeno almoco: cafe e (Voila'!) eclairs Le Nôtre (9:00) Partida para Suratthani pela Air Asia (10:15) Aterragem no aeroporto de Suratthani;
2a Parte
Prologo - Recomendado por amigos do Pedro e da Tita (os mesmos que tinham recomendado o curso de culinaria em cabanas de madeira no meio da floresta) a nossa proxima paragem seria numas cabanas paradisiacas em Ko (ilha) Tao (a ilha habitada mais pequena (?) do arquipelago de Samui). Esse destino seria, com toda a certeza, uma optima escolha mas, apos uma leitura mais atenta do Lonely Planet, reparámos que significava uma viagem num barco de carga com partida de Suratthani 'as 11 da noite e 8 longas horas num vagao de mercadorias.
Tamanhas horas perdidas em viagens tao longas seriam dramaticas para os poucos dias que nos restam de ferias.
A outra hipotese mais acessivel seria Ko Samui, mas a orda de farangs europeus que viajavam comnosco no aviao ainda nos deixou com o pe' mais atras do que tinhamos em relacao a essa ilha. Depois foram tambem as pragas que se colam aos turistas a vender bilhetes combinados para Suratthani e ilhas... enfim, aliás, a unica hipotese de ir do aeroporto para o centro da cidade (25km) foi comprar um bilhete de autocarro por 100b que marcava 70b.
Riscámos, entao, as ilhas do mapa e escolhemos uma inversao no percurso que nos levaria, a explorar a costa Leste abaixo de Suratthani. (fim-de-prologo)
No centro de Suratthani, junto ao terminal de autocarros, ficámos o tempo suficiente ate apanhar o camioneta que, supostamente, nos levaria a Khanom.
A suposta viagem ate' Khanom deu-se a bordo de uma carcassa velha que nao ultrapassava os 30km/h nas retas, mas bem acompanhados de boa musica indiana (?) e pelos simpaticos especimes humanos locais, decorrida cerca de 1 hora de viagem, a senhora pica-bilhetes grita para nós "Khanom, Kanhom, here, go, go".
No cruzamento, enfeitado, como todos, com retratos da realeza, tivemos uma conversa surrealista com uma vendedora de bananas, um velhote e uma senhora que tambem tinha saido naquela paragem. Tudo isto parecia uma conversa com andotas entre surdos e com os poucos mapas 'a disposicao, chegámos 'a conclusao que Khanom distava quase 20km do cruzamento e, aparentemente, nao haveria tranportes publicos para lá.
A salvacao deu-se quando a senhora que tambem tinha saido do autocarro desata a bracejar para todos os carros que se dirigiam para Khanom. Resultado: fomos encavalitados numa pick-up de pescadores, sentados sobre umas redes de pesca e umas caixas de pescado fresco com o ar quente e alguns insectos a baterem-nos nas bentas.
Em Khanom, uma vila piscatoria com 0 (zero) farangs, 0 tuk-tuks ou taxis e 0 palrradores de qualquer lingua latina ou germanica, the same old story (e acreditem, mesmo gestualmente, e' mais facil comunicar com um russo do que com estas gentes simpaticas que devem ter a ordem dos raciocinios inversos dos nossos. Ex: Equacao: A marta quer um prato de noodles so' com galinha e sem camaroes; Resultado: Um prato de noodles e so' com camaroes).
Pelo Guia LP sabiamos, mas sem grandes desenvovimentos por parte deles, que a Sul de Khanom estavam localizadas "almost deserted white-sand beaches (...) If you're searching for Ko Samui's beauty without its crowds, head Nai (praia) Phlao, the best beach, about 8km south of Khanom".
And there it was, numa loja de oculos la nos desenrascaram um senhor que, numa motorizada, nos levou, 'a vez, para um resort a Sul de Khanom.
A persistencia normalmente compensa. 'A nossa espera estava um resort de bungalows, equipado com tudo e mais algumas coisas em que, aparentemente somos os unicos ocupantes (alem dos 20 e tal empregados). A 50 metros do nosso bungalow um areal de 5km de extensao, ladeado por dois montes florestados e (voila'!) eramos os unicos ocupantes dessa baia.
Depois de algumas banhocas e praia, 'as 5 da tarde alugámos uma lambreta automática para dar umas voltas pelas redondezas e acabámos a jantar num retaurante recomendado por um rapaz em Khanom. O dito restaurante estava fechado nesse dia mas (voila'!) abriu so' para nós. A noite foi bem dormida numa casinha/bungalow com ar-con, TV de grandes dimensoes, frigorifico e (Voila'!) umas quantas baratas de patas para o ar no WC.
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