O último dia de Kuala Lumpur foi melhor que o anterior. Começou com sol e acabou com um aguaceiro dos trópicos. Um dos melhores episódios do dia, o Casamento Indiano, fica para um outro post.
Saímos cedo do Maytower Hotel com os amigos PM e MB para as Batu Caves de Autocarro. As Batu Caves são umas grutas a Norte de KL apropriadas pelos Hindus Tamil que as transformaram num local de devoção. O Lord Kartikeswar (a enorme estátua dourada à entrada e o senhor dos bigodes retorcidos) e o super-herói Hanuman, um Deus Macaco com uma cabeleira Deep Purple (com as imagens do casamento vão ver o grande Hanuman em acção) eram os deuses ao serviço. O nosso conhecimento das matérias Hindus é escasso, por isso, caso estas informações estejam erradas a culpa é da Wikipédia.
Depois do casamento e das caves regressámos de táxi ao hotel para uma banhoca com classe na piscina do 8º andar do hotel. Limpos, saímos para o agitado comércio na Little India. Um potente aguaceiro com relâmpagos titubiantes precipitou-nos para o sky-train em direcção à rua Alor para testar a veracidade documentada num programa da TV, visionado na noite anterior, que caracterizava a Jalan Alor como um dos ex-líbris da restauração em KL. Da Jalan Alor ficaram apenas duas coisas, supostamente de lagosta, que se assemelhavam a solas de sapatos com sabor a salame com mel que o JD e o PM ousaram ingerir. Um pequeno mal entendido por causa de uns dumplings encaminhou-nos para um restaurante já conhecido dos camaradas num moderno centro comercial com uma fonte azul, nas cercanias da Alor. O jantar foi divinal.
Nada cansados das alturas e com a barriga cheia de dumplings chineses quisemos despedir-nos da cidade com uma vista de 360 graus na 5ª torre mais alta do mundo, a KL Tower. Para tal, apanhámos um táxi até à pequena montanha onde se implanta a KL Tower. Como eram 10 e 30 da noite a torre estava fechada (a Malásia fecha às 10 da noite). Remédio santo: com a chuva a fustigar o cabedal, fomos a pé para o hotel onde chegámos ensopados para a noite anterior ao calvário do regresso. Foi fixe.
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