Depois subimos até à igreja de S. Paulo passando pelos vestígios das diferentes forças coloniais. Uma réplica de um barcaça portuguesa que por cá atracou estava exposta na marina. Fomos comprar os bilhetes de autocarro para o dia seguinte à Melaka Sentral, entrámos num Tesco para abastecer a bagagem de Milo e frutas boas. O durian é mesmo poderoso, o JD teve que comer à pressa o maldito do fruto porque a MS não aguentava o aroma libertado - nem a 2 metros de distância.
14 – Melaka (20 de Agosto)
Malaca já foi portuguesa, mas também holandesa, inglesa ou japonesa. Agora é malaia. O Puri Hotel ficava no coração da China Town, por isso, o dia começou com uma exploração da zona. A data devia ser especial para os chineses porque estes invadiam os templos budistas com rezas estranhas e queimavam, nas ruas, brinquedos de papel de todas as formas e feitios (gravatas, relógios, notas, camisolas, carros, latas de coca-cola e muito mais). Recebemos uma lição de filosofia oriental de meia hora ministrada por um simpático chinês que comandava um dos templos (não entendemos grande coisa para além do Eu que sai lá para fora e do Eu que entra na mente).
Depois subimos até à igreja de S. Paulo passando pelos vestígios das diferentes forças coloniais. Uma réplica de um barcaça portuguesa que por cá atracou estava exposta na marina. Fomos comprar os bilhetes de autocarro para o dia seguinte à Melaka Sentral, entrámos num Tesco para abastecer a bagagem de Milo e frutas boas. O durian é mesmo poderoso, o JD teve que comer à pressa o maldito do fruto porque a MS não aguentava o aroma libertado - nem a 2 metros de distância.
































Depois subimos até à igreja de S. Paulo passando pelos vestígios das diferentes forças coloniais. Uma réplica de um barcaça portuguesa que por cá atracou estava exposta na marina. Fomos comprar os bilhetes de autocarro para o dia seguinte à Melaka Sentral, entrámos num Tesco para abastecer a bagagem de Milo e frutas boas. O durian é mesmo poderoso, o JD teve que comer à pressa o maldito do fruto porque a MS não aguentava o aroma libertado - nem a 2 metros de distância.
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